Os ataques a ônibus em Campina Grande tem relação com a rebelião ocorrida na semana passada no Presídio Regional do Serrotão. A ordem para incenciar os ônibus partiu de um comando instalado dentro da unidade penitenciária. Foi o que descobriu as investigações da Polícia Civil.
A informação foi confirmada na manhã desta segunda-feira (18) durante entrevista coletiva realizada na Central de Polícia.
Durante a coletiva os delegados Henry Fábio, Iasley Almeida, Gualberto Isaias e Luciano Soares, deram detalhes da operação que resultou na prisão de quatro suspeitos.
Eles informaram que entre as quatro pessoas detidas no sábado (16) suspeitas de incendiarem os ônibus, duas delas são esposas de detentos que estavam no Serrotão e foram transferidos na quinta-feira (14) para o Complexo Penitenciário de Jacarapé, conhecido por PB1, em João Pessoa. Estes dois detentos são apontados como responsáveis por ordenar os ataques.
As detenções ocorreram durante uma operação da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social, comandada pelo secretário Cláudio Lima e pelo comandante-geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel Euller Chaves.
Os suspeitos foram presos com armas, drogas, recipientes com gasolina e coquetéis molotov.
Desde a última quarta-feira (13) três ônibus coletivos foram queimados na cidade, nos bairros do Pedregal, Jenipapo e Glória I.
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