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Operações da PC resultam em prisões por estupro de vulnerável e violência doméstica na PB

Foto: Divulgação / PCPB

A Polícia Civil da Paraíba realizou, entre terça-feira (12) e esta quarta-feira (13), uma série de ações que resultaram na prisão de três homens investigados por crimes graves envolvendo estupro de vulnerável, pornografia infantil e violência doméstica em municípios paraibanos.

Em Guarabira, a equipe da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Guarabira cumpriu, na tarde desta terça-feira (13), um mandado de prisão contra um homem investigado pelos crimes de estupro de vulnerável, perseguição e condutas relacionadas à pornografia infantil.

Segundo a Polícia Civil, a ordem judicial foi expedida após representação da autoridade policial, com base em crimes previstos no Código Penal Brasileiro e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Após diligências realizadas pela equipe da DEAM, o suspeito foi localizado, preso e conduzido à unidade policial, onde permaneceu à disposição da Justiça.

Já em João Pessoa, a equipe plantonista da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de João Pessoa efetuou a prisão em flagrante de um homem investigado por lesão corporal, injúria, ameaça e violência doméstica, com base na Lei Maria da Penha.

De acordo com as investigações, a vítima relatou que tentava encerrar o relacionamento havia cerca de sete dias, mas o suspeito não aceitava o término e passou a praticar agressões físicas, morais e ameaças de morte. O casal possui três filhos menores.

Outra prisão ocorreu no município de Solânea, onde a Polícia Civil cumpriu um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por lesão corporal e violência psicológica contra a mulher.

As investigações começaram após uma denúncia anônima feita por meio do Disque 180. Durante as diligências, os policiais localizaram a vítima com lesões aparentes provocadas pelas agressões. Conforme apurado, a mulher é natural de Santa Catarina e não possuía familiares na Paraíba, situação que agravava sua condição de vulnerabilidade.

Ainda segundo a investigação, o suspeito exercia controle psicológico e social sobre a companheira, proibindo-a de estudar e trabalhar.

Os investigados foram encaminhados às respectivas unidades policiais para os procedimentos legais e seguem à disposição da Justiça. Em nota, a Polícia Civil reafirmou o compromisso institucional no enfrentamento à violência contra mulheres, crianças e adolescentes, destacando a atuação firme na proteção das vítimas e no cumprimento das decisões judiciais.

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