Atentado a prédios e homens públicos. Uma investigação da Polícia Civil do Distrito Federal revelou um grupo que planejava, pela internet, atentados contra políticos e prédios públicos em Brasília.
Segundo as investigações, eram homens que nunca tinham se encontrado pessoalmente. Nas conversas, monitoradas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, eles falavam em fabricar explosivos e disseminavam discursos de ódio pela rede.
As comunicações ocorriam em dois grupos do aplicativo Telegram, sendo que um deles utilizava a foto de Hitler como imagem de perfil. Entre os planos discutidos, estava o de “explodir o edifício do debate onde os eleitos do 2º turno irão debater”.
O monitoramento das autoridades revelou que as condutas não eram inofensivas. “Não eram práticas inocentes. O que estava ali sendo engendrado eram atentados sérios”, disse Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública.
O ministro ressaltou a relevância do caso, afirmando que a sociedade deve atentar para o fato de que tais comportamentos não podem ser minimizados ou normalizados.
O grupo maior tinha mais de 600 integrantes. E quem se radicalizava era convidado para um grupo mais restrito, com 46, em que não trocavam apenas ideias, e sim instruções.
Para o ataque, eles estavam difundindo manuais de como construir explosivos, coquetéis Molotov e desenvolvimento de artefatos explosivos. Eles também calculavam quantidades de explosivos e custos dos ataques.
Redação com O Globo
Grupo planejava explodir o Palácio do Planalto e mirava o debate do 2º turno
Uma investigação da Polícia Civil do Distrito Federal revelou um grupo que planejava, pela internet, atentados contra políticos e prédios públicos em Brasília.
Segundo as investigações, eram homens que nunca tinham se encontrado pessoalmente. Nas conversas, monitoradas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, eles falavam em fabricar explosivos e disseminavam discursos de ódio pela rede.
As comunicações ocorriam em dois grupos do aplicativo Telegram, sendo que um deles utilizava a foto de Hitler como imagem de perfil. Entre os planos discutidos, estava o de “explodir o edifício do debate onde os eleitos do 2º turno irão debater”.
O monitoramento das autoridades revelou que as condutas não eram inofensivas. “Não eram práticas inocentes. O que estava ali sendo engendrado eram atentados sérios”, disse Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública.
O ministro ressaltou a relevância do caso, afirmando que a sociedade deve atentar para o fato de que tais comportamentos não podem ser minimizados ou normalizados.
O grupo maior tinha mais de 600 integrantes. E quem se radicalizava era convidado para um grupo mais restrito, com 46, em que não trocavam apenas ideias, e sim instruções.
Para o ataque, eles estavam difundindo manuais de como construir explosivos, coquetéis Molotov e desenvolvimento de artefatos explosivos. Eles também calculavam quantidades de explosivos e custos dos ataques.
Redação com O Globo
