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Militar é flagrado com arma atribuída a Jair Bolsonaro em blitz no DF

Imagem ilustrativa de blitz no DF: Divulgação / Detran DF

Um militar do Exército Brasileiro foi parado na noite dessa segunda-feira (15) durante uma blitz da Polícia Militar em Taguatinga, no Distrito Federal, portando uma arma atribuída ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A ocorrência foi registrada na DF-001 e encaminhada à Polícia Civil e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo nota da PM, o homem estava com uma arma institucional regularmente portada e outra sem documentação no local. Por não apresentar o Certificado de Registro de Arma de Fogo (CRAF), a conduta foi considerada irregular, conforme a Lei 10.826/2003. O militar foi identificado como Estácio Leite da Silva Filho, levado para a 21ª Delegacia de Polícia e liberado em seguida. O caso será investigado pela 17ª DP.

De acordo com informações apuradas pela TV Globo, o militar declarou no boletim de ocorrência que a arma pertencia a Bolsonaro e que se identificava como sargento do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Ele relatou que o armamento havia apresentado uma pane e que o retirou para reparo, com a intenção de devolvê-lo nesta terça-feira (16).

A Polícia Militar informou que, durante a abordagem, o militar declarou não possuir a documentação da segunda arma e afirmou que o armamento pertencia a outra pessoa. A corporação destacou que a identificação da propriedade e eventual vinculação da arma dependerá da análise dos órgãos competentes.

Em nota, o GSI esclareceu que não realiza a segurança de ex-presidentes e que os servidores à disposição deles são de livre indicação, sem vínculo operacional com o órgão. O comunicado reforçou que cabe ao GSI apenas a capacitação e avaliação de servidores e condutores de veículos que integram a segurança dos ex-presidentes da República.

Até o momento, não há informações sobre quem entregou a arma ao militar.

PB Agora

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