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Ex-sargento da PM é condenado a 16 anos de prisão por participação na morte de Robson

O ex-sargento da Polícia Militar da Paraíba, Gilmar Rodrigues de Melo, foi condenado a 16 anos de prisão por homicídio qualificado, conforme sentença proferida no final da noite desta quarta-feira (4) pelo juiz do 1º Tribunal do Júri da Capital, Marcos William. O ex-sargento foi considerado co-autor do assassinato do comerciante e ex-superintendente da Emlur, comerciante e ex-superintendente da Emlur, Francisco Robson Lopes Ferreira, morto a tiros no dia 30 de março de 2007.


O juiz acatou as acusações da promotoria considerando que o ex-sargento cometeu homicídio qualificado por motivo torpe, dificultando inclusive a defesa da vítima, ao dar toda assistência para que Francisco Chagas, o Cariri, desse seis tiros em Robson, dentro do seu próprio estabelecimento comercial, na Avenida Ruy Carneiro.


“Ele coordenou tudo, deu cobertura e ainda a arma para que o crime fosse cometido”, disse o promotor José Guilherme Lemos, que atuou no caso. O ex-sargento, que estava cumprindo prisão provisória no 5º Batalhão da PM, no Valentina Figueiredo, recorreu da sentença na própria audiência, mas teve o pedido de aguardar em liberdade negado. Ele deve ser transferido para presídio na Capital.


De acordo com o representante do Ministério Público, a morte do comerciante foi arquitetada inicialmente pela ex-sogra de Robson Ferreira, Florinda Moita. “Ela contratou Naldinho (Arionaldo Vital da Silva) para matar Robson. Naldinho contratou Gilmar, que ofereceu a arma para Cariri (Francisco das Chagas), e este, com Mago Sombra (Gilvan da Silva Gomes) e Zéu (José da Silva Oliveira) executaram o comerciante”, declarou o promotor.

 

Na avaliação do promotor, a sentença foi coerente com o julgamento dos outros quatro envolvidos – Naldinho, Cariri, Zéu e Mago Sombra -, que foram condenados e estão cumprindo pena.

 

José Guilherme acredita que no mês de março deva acontecer a audiência com as testemunhas indicadas pela defesa de Florinda Moita e pelo Ministério Público. A acusada de ser a mandante do crime é a única que falta ser julgada. Ela está foragida e tem contra si um mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça paraibana, por conta do assassinato do ex-genro.


PB Agora

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