Uma disputa pela posse de uma casa está sendo investigado pela polícia
como o principal motivo do assassinato da comerciária Maria Tereza da
Silva, de 42 anos, morta a golpes de martelo na tarde do último dia 28
dentro de uma pousada no centro de João Pessoa. No início da manhã de
quinta-feira (14) uma operação conjunta entre os policiais militares
do Serviço de Inteligência do Comando Geral da PM e a Força Tarefa da
Operação Verão prendeu o acusado pelo assassinato.
O auxiliar de pedreiro Francisco Pereira da Silva, 32 anos, natural de
Cajazeiras, ex-companheiro da vítima, foi o autor do assassinato. De
acordo com o capitão Batista desde que separou da mulher o acusado
queria que ela vendesse a casa e dividisse o dinheiro, mas Maria
Tereza relutava pois temia que os três filhos que ele teve com outro
homem, ficasse deserdados.
Aproveitando do sentimento que a ex-companheira ainda nutria por ele,
Francisco Pereira por várias vezes saiu com a ex-mulher e nesses
encontros sempre insistia para que ela vender casa para dividir o
dinheiro. Como ela estava disposta e não fazer o que ele estava
pedindo, Francisco Pereira decidiu matar Maria Tereza com a intenção
de ficar sozinho com a casa.
Ele a convidou para a pousada Bandeirantes, na Rua Francisco Londres,
no Varadouro e depois de manter relações sexuais com ela, cometeu o
crime Após assassinar a ex-companheira, o acusado foi saiu do quarto e
na recepção disse que precisaria sair, mas que a mulher pagaria a
conta. Os funcionários desconfiaram da demora da mulher e quando
abriram o quarto ela estava morta. Os peritos do Instituto de Polícia
Científica, (IPC), comprovaram que a mulher foi atingida com vários
golpes na cabeça provocados por um martelo.
A prisão do acusado – Desde o dia do crime que os policiais do
Serviço de Inteligência do Comando Geral, por determinação do major
Lívio Sérgio vinham trabalhando para prender o acusado que seria o
ex-companheiro da vítima. Os PM´s fizeram todo o levantamento e
descobriam que o servente de pedreiro estava morando em cajazeiras.
Foi montada uma operação entre o pessoal do Serviço de Inteligência do
Comando Geral da PM e o pessoal da Força Tarefa da Operação Verão.
Durante as diligências os policiais descobriram que Francisco Pereira
estava em Cajazeiras e quando os PM´s se preparavam para viajar até
aquela cidade, chegou a informação de que ele estava voltando para
Santa Rita, onde reside. Foi montada campana no posto da PRF, em Café
do Vento, mas o acusado viajou de táxi, com o objetivo de driblar os
policiais, mas não conseguiu e acabou sendo preso na casa de
familiares, em Santa Rita.
Para garantir a prisão de Francisco o major Lívio solicitou um pedido
de prisão preventiva que foi expedida pela Justiça. Logo após a
prisão, o auxiliar de pedreiro foi levado para a 2ª Delegacia
Distrital, sendo apresentado ao delegado Gustavo Carletto. O auxiliar
de pedreiro já foi encaminhado para o presídio do Roger.
Da Redação
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