O desembargador Ricardo Vital tomou a decisão de converter a prisão preventiva para prisão domiciliar no caso de Amanda Duarte, ex-tesoureira do Hospital Padre Zé, que foi detida na manhã desta sexta-feira (17) por alegados desvios de recursos do hospital.
A medida foi adotada em consideração ao fato de Amanda Duarte ser mãe de um filho com pouca idade. A concessão da prisão domiciliar foi defendida ainda pela manhã pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB).
Amanda Duarte, juntamente com Jannyne Dantas e o padre Egídio de Carvalho, tornaram-se alvos da Operação Indignus II, deflagrada nesta sexta-feira pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público do Estado da Paraíba (Gaeco).
A operação visa a prisão dos três suspeitos, que estão sob investigação por desvios de recursos públicos e doações destinadas ao Hospital Padre Zé. A conversão da prisão de Amanda Duarte para domiciliar destaca a complexidade do caso, considerando as circunstâncias familiares, enquanto as investigações prosseguem.
Redação
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