Os acusados faziam parte da facção criminosa conhecida por Estados Unidos e disputavam um ponto de drogas no Bairro dos Novais com outra facção, a Alqaeda. No exato momento em que as facções criminosas se enfrentavam, a vítima de 22 anos passava de carro com seu Tio, o policial civil Carlos Nascimento e foram confundidos com integrantes da gang rival.
O veículo foi interceptado com uma rajada de tiros disparados pelos integrantes, atingindo o policial civil no pé e vitimando com a morte o jovem Elton Nascimento. Caído com vida, Elton implorou para não ser morto, mas foi friamente executado com seis tiros no rosto a queima roupa.
Hoje, um ano depois, a família realiza um culto ecumênico, em lembrança à saudade deixada por Elton e para pedir justiça.
Entre os acusados está Alexandre Neguinho, chefe da facção Estados Unidos, que mesmo preso passou a comandar o tráfico de dentro do presídio, inclusive mandando executar dois outros ex parceiros, o André “Raidinho” e Josivaldo “Boi Véi”. Alexandre foi transferido para o presídio federal em Rondônia depois que a polícia descobriu ser ele o mandante dos crimes, e que mesmo de dentro da cadeia ele chegava comer lagosta, tamanha era sua influência. Junto com Alexandre também está preso Olicrei Orlando da Silva, vulgo Oli, um dos soldados do crime mais violentos da comunidade Bola na Rede e também acusado, dentre outros crimes, do assassinato do jovem Elton. Até hoje nenhum dos dois foram julgados ainda.
O evento de hoje é para pedir justiça e ao mesmo tempo mostrar a comunidade que a tramitação do processo caminha lenta, de forma que um ano depois a crime ainda continua impune. “Mesmo assim acreditamos fielmente na justiça, de modo que temos a certeza que eles serão condenados”, afirma o pai do jovem.
A família manteve contato com o promotor Alexandre Varandas, responsável pela acusação, e reproduz a confiança na condenação dos acusados. “Dr. Alexandre é um homem justo e há muito lida com criminosos desta monta, não restando qualquer dúvida que todos serão condenados”, garante um familiar.
Entre os atos do evento, está uma carreata até o parque Solon de Lucena, uma revoada de pombos, distribuição de folhetos com as fotos dos acusados e do estado do processo, além de uma solenidade ecumênica. Contará ainda com a presença de várias famílias vítimas de violência, organizadas hoje e conhecidas como Mães na Dor.
Redação
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