Acusado de provocar o acidente que terminou com a morte de três pessoas, todas da família do cantor e compositor Zé Ramalho, João Paulo Guedes Meira continua foragido da Justiça, mesmo tendo a sua prisão preventiva decretada pelo juiz Marcos Willian, do 1º Tribunal do Júri. O advogado de acusação da família, Ricardo Sérvulo, esta semana em programas estaduais de rádio fez um apelo à sociedade pedindo para que o caso não seja esquecido, inclusive, porque causou perplexidade na Paraíba inteira e que, no próximo dia 6 de maio completa dois anos.
Segundo os autos, João Paulo até chegou a prestar depoimento no Tribunal do Júri. Ele é acusado de ter dirigido embriagado no dia do acidente, que aconteceu no cruzamento da rua João Domingos com a avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa: o acusado teria cruzado o sinal vermelho e atingiu o carro onde estavam Antônio Ramalho, Francisco Ramalho e seu filho Mateus Ramalho, que tiveram morte imediata.
De acordo com o advogado Ricardo Sérvulo, é muito importante que a população forneça informações sobre o paradeiro do réu João Paulo Guedes Meira aos veículos de comunicação e às autoridades constituídas como as policiais militar, civil e federal, bem como ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, para que a prisão seja efetuada com a maior brevidade possível.
Ricardo Sérvulo disse, ainda, que segundo algumas denúncias o acusado foi visto pela última vez na cidade de Patos, cinco dias após ter sido decretada sua prisão. Até a presente data, o seu destino é ignorado, continuando foragido há quase três meses, após o decreto de prisão.
PB Agora
