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Servidores do Poder Judiciário reclamam perdas salariais de 16,52% , de acordo com Dieese

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Associação dos Técnicos, Analistas e Auxiliares Judiciários da
Paraíba, protocolaram, nesta segunda-feira (17), junto à Presidência do
Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ), parecer técnico do Dieese, demonstrando
que as perdas salariais dos servidores do Poder Judiciário paraibano, de
novembro de 2007 até outubro de 2011, chegam a 16,52%.

Segundo o presidente da ASTAJ, José Ivonaldo, “o documento do Dieese atesta
de forma clara e objetiva que os servidores, mesmo diante da absorção do
aumento de 8%, concedido em resposta a greve da categoria no ano de 2010,
registra perda salarial para o período de novembro de 2007 até a presente
data é atualmente na ordem de 16,52 %”.

Segundo Ivonaldo, as informações do documento do Dieese são importantes, na
medida em que reforçam o entendimento em torno da adoção de medidas urgentes
que visem estabelecer barreiras a ação corrosiva da inflação nos salários
dos servidores.

Ele acrescenta que se projetando o impacto inflacionário nos salários dos
servidores do judiciário da Paraíba até final deste ano, para tanto fazendo
uso das estimativas do Banco Central do Brasil para os meses de outubro,
novembro e dezembro, têm-se que até o final de dezembro as perdas salariais
chegarão a ordem de 17,75%.

“Entendendo que o momento é oportuno a mudanças no texto da proposta
original da minuta de PCCR de maneira a garantir a adoção da data-base no
Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações dos servidores da justiça
paraibana”. A data-base serviria de “… instrumento inibidor da ação
corrosiva da inflação sob os salários dos servidores, que diante os demais
estados da federação é um dos mais baixos”, afirma José Ivonaldo.

José Ivonaldo diz que “a ausência do Presidente do TJ nas reuniões entre as
entidades classistas e a comissão encarregada pela elaboração do novo PCCR,
ao longo de todo o processo desencadeado desde o início dos trabalhos da
referida comissão (março até o presente momento), tem dificultado
enormemente a definição em torno da adoção de procedimentos e prazos
adequados à construção de um PCCR que, na prática, contemple de forma mais
eficaz as partes envolvidas. As incertezas quanto ao futuro texto do novo
PCCR reforçam o descontentamento de toda a categoria dos servidores do
judiciário da Paraíba”, concluiu Ivonaldo.

 

Ascom

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