Ousaria afirmar que falo em nome de milhares de pacientes totalmente dependentes dos indispensáveis e bons serviços do Hospital Napoleão Laureano, quando digo, com toda ênfase possível: obrigado, governador João Azevedo (PSB), prefeito Luciano Cartaxo (PV) e presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (PSB), pelas ajudas ao Hospital Napoleão Laureano.

Não adianta traçar comparações das ajudas. Todas são fundamentais, e os gestos são de grandezas equivalentes. Cada um ajuda como pode, e o importante mesmo é que estas três figuras, além de oferecerem contribuições à instituição, ainda despertam na sociedade paraibana atenções para a grave crise que se abate sobre um dos hospitais mais importantes do Estado.

Parêntese: convém registrar que prefeitos de várias cidades da Paraíba estão também oferecendo suas contribuições. A coluna está tentando apurar quais Prefeituras paraibanas participam dessa campanha, para posterior registro.

Pois bem: por mais que se tente mensurar a importância destas ajudas e a grandeza destes gestos, ninguém fará melhor que os pacientes. Sou um deles. Frequento o Hospital Napoleão Laureano há cerca de quatro meses, acometido de um tumor na bexiga, que possivelmente já está extirpado (uma ultrassonografia feita esta semana vai indicar se ainda há algum resíduo). Sou testemunha vivíssima da grandeza daquela instituição imaginada e começada pelo grande Napoleão Laureano.

Atende-se, ali, gente vinda de toda parte, de Cabedelo a Cachoeira dos Índios. A quase totalidade pobre, sem eira nem beira, alguns à beira da morte. Pasmem: 95 por cento dos pacientes são atendidos pelo sistema SUS. Detalhe: o hospital filantrópico só tem a obrigação de atender a 60 por cento destes, o restante seria no “cash saltitando”. Mas, no Laureano, da porta ninguém volta.

Na esteira de uma campanha sistemática contra a Direção do Laureano, que na verdade só prejudica a todos nós pacientes, alguns equivocados (ou maldosos?) têm proferido um discurso falso, como se o Laureano fosse da rede pública de saúde e tivesse a obrigação de oferecer seus serviços, ter toda a medicação possível, como naquele cofre caísse os impostos que pagamos. Não, o Laureano é uma instituição meramente filantrópica, que sobrevive às custas de ajudas. Ou seja: ou se ajuda, ou fecha as portas.
Pra não dizer que não falei de flores, é bom registrar que a campanha movida contra o hospital, por gente que está muito mais interessada em disputa de poder do que na nossa situação de paciente com câncer, foi um tiro disparado pela culatra. Afinal, de repente, a sociedade paraibana acordou para a grave situação do Hospital Napoleão Laureano, e as ajudas partem de pessoas que vão de Beto (um modesto servidor do Comitê de Imprensa da Assembleia) que há dez anos promove uma novena e recolhe donativos para o Laureano), ao governador do Estado, o presidente do Poder Legislativo e o prefeito da Capital.

Você também pode ajudar ao Laureano, com qualquer quantia. Um simples real já ajuda. Vamos, ligue 0800 083 0196 e autorize à Energisa a acrescentar um valor na sua conta de energia para que seja destinada ao hospital.
Viva Napoleão Laureano. O criador e a cria!!!

 

Wellington Farias

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