Direto de Patos, onde participará da abertura dos festejos juninos na cidade, o ex-prefeito e pré-candidato ao Senado, Nabor Wanderley, afirmou, nesta sexta-feira (19), que a definição dos nomes que irão compor sua chapa como primeiro e segundo suplentes ainda não foi discutida e deve ficar para depois do período junino na Paraíba.
A declaração foi dada em entrevista ao programa Arapuan Verdade, quando o pré-candidato foi questionado sobre o perfil desejado para a composição da chapa e sobre possíveis articulações políticas envolvendo lideranças regionais e da capital.
Nabor destacou que, neste momento, sua prioridade tem sido a agenda de visitas aos municípios paraibanos e o diálogo com lideranças políticas em diferentes regiões do estado.
Segundo ele, a escolha dos suplentes deve levar em conta critérios de representatividade, compromisso político e capacidade de contribuição para a atuação no Senado, caso seja necessário assumir o mandato.
“Acho importante ter um suplente que possa agregar valor à chapa, não do ponto de vista financeiro, mas alguém com respeito, que some de forma responsável e que possa, se necessário, assumir o mandato com responsabilidade”, afirmou.
O pré-candidato ressaltou ainda que a definição não está sendo tratada neste momento e que nenhuma composição foi fechada, inclusive em relação a nomes ventilados politicamente.
Questionado sobre possíveis articulações envolvendo lideranças da capital, como o vice-prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra, Nabor afirmou que ainda não houve conversas formais sobre o tema.
“Não sentamos à mesa ainda para tratar sobre isso. Conheço lideranças, tenho respeito, mas não tratamos nada sobre suplência até agora”, disse.
Ele reforçou que a escolha deverá respeitar critérios partidários e de composição da coligação, além de considerar a representatividade regional dentro do estado.
Nabor também indicou que as discussões internas sobre a formação completa da chapa serão iniciadas apenas após o período de São João.
“Passando o São João, a gente vai começar a sentar para discutir isso com calma”, concluiu.
PB Agora
