O Banco do Nordeste apresentou lucro líquido de R$ 326 milhões no 1° semestre de 2014, resultado 63% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Ao todo, o Banco realizou 2,2 milhões de operações de crédito, correspondentes a R$ 9 bilhões em financiamentos concedidos para todos os setores da economia. Só na Paraíba foram aplicados cerca de R$ 568 milhões.
O presidente Nelson Antônio de Souza ressalta que, do total contratado, R$ 4 bilhões foram com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), principal funding do Banco. Por meio do fundo, o Banco do Nordeste realizou 214 mil operações no semestre.
Na economia paraibana, através do FNE foram investidos mais de R$ 207 milhões, em 18.549 operações.
Em relação a crédito de curto prazo, o programa de microcrédito urbano do Banco do Nordeste (Crediamigo) lidera, seguindo sua trajetória ascendente. Alcançou crescimento de 24,5% no semestre, com R$ 3,3 bilhões emprestados. No Estado o crescimento foi ainda maior, cerca de 25,2%, num total de R$ 257,7 milhões aplicados.
Já o Agroamigo, voltado para agricultores familiares, superou a marca de R$ 2 bilhões em sua carteira ativa, registrando crescimento de 19,7% em relação a dezembro do ano passado. Neste programa as aplicações na Paraíba também foram maiores do que no restante da Região, alcançando um crescimento de 31%, com investimentos superiores aos R$ 57,3 milhões.
Recuperação de crédito e rentabilidade
O Banco renegociou R$ 351,5 milhões em operações, sendo que as receitas obtidas com recuperação de crédito no semestre somaram R$ 42,6 milhões.
A melhoria na qualidade do crédito teve forte impacto nos resultados. O balanço registra diminuição em quase 50% da necessidade de provisionamento, reduzida de R$ 789,9 milhões no primeiro semestre de 2013 para R$ 395,8 milhões no mesmo período de 2014.
Outro avanço foi à rentabilidade média anualizada, que alcançou, no primeiro semestre de 2014, 22,2%, contra 16,2% obtidos nos primeiros seis meses de 2013. O Patrimônio Líquido em jun/2014 totalizou R$ 3,2 bilhões, o que mantém o Banco numa situação confortável frente às exigências do Acordo de Basiléia III. “Apresentamos um índice de alocação de capital de 16,39%, frente a uma exigência de 11%. Assim, existe um espaço considerável para alavancagem dos novos negócios”, destaca o presidente Nelson Antônio de Souza.
Ascom
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