Investimentos superam R$ 100 milhões
O Governo do Estado trabalha em ritmo acelerado para concluir até o final do ano as obras de construção ou reforma de quinze hospitais em municípios paraibanos. Serão aplicados mais de R$ 100 milhões. Os investimentos oriundos do empréstimo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) somam R$ 79 milhões e serão aplicados em equipamentos e nas construções. Mas, há ainda R$ 19,8 milhões para os hospitais de Sumé e Picuí. Já o hospital de Mamanguape ainda não tem valor definido, porque o projeto está em fase de elaboração. Trata-se de um projeto de 2001, mas, atualmente o Governo decidiu, além da reforma, ampliar a área de construção e aquela unidade hospitalar ganhará UTI, e maternidade.
“Nós já estamos trabalhando firmemente para até o fim do ano inaugurarmos quinze dos 30 hospitais inacabados ou necessitando de reformas”, anunciou o governador José Maranhão no programa Palavra do Governador, gerado nesta terça-feira pela rádio Tabajara.
Maranhão citou quais são os hospitais. Clementino Fraga (João Pessoa – R$ 4,5 milhões); Hospital de Queimadas, uma obra nova iniciada na sua segunda gestão e paralisada no governo passado (R$ 6 milhões); Hospital Regional de Itabaiana também iniciado por Maranhão e paralisado nos últimos seis anos (R$ 5,7 milhões); Hospital Regional de Taperoá, mais uma ação de seu segundo governo e abandonada na gestão passada (R$ 8,5 milhões); Maternidade de Patos “Peregrino Filho”, cuja retomada das obras foi assinada nesta terça-feira ( R$ 11,2 milhões).
As demais obras são o Hospital de Pombal (R$ 9 milhões e 450 mil); Hospital Regional de Monteiro ( R$ 4,5 milhões); Hospital de Pedras de Fogo (R$ 5,5 milhões); Hospital de São Bento (R$ 2 milhões); Hospital de Belém do Brejo do Cruz (R$ 3 milhões e 950 mil); Hospital de Itapororoca ( R$ 4 milhões e 150 mil); Hospital de Trauma de Campina Grande (R$ 34 milhões).
Extra empréstimo do BNDES estão o Hospital Regional de Picuí (R$ 10 milhões e 850 mil); o Hospital Geral de Sumé (R$ 9 milhões); e o Hospital Regional de Mamanguape cujo orçamento ainda depende da finalização dos projetos.
O Hospital Regional de Sousa, fica de fora, pelo menos, nesta primeira etapa de investimento por parte do governo estadual
Redação com Secom
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