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Entidades representativas da PMPB comentam estatísticas do MJ

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Os coronéis Francisco de Assis Silva e Maquir Alves Cordeiro, presidentes, respectivamente, do Clube dos Oficiais e da Caixa Beneficente da Polícia Militar da Paraíba, como “deplorável” a imagem que o Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão, apresentou, a todo o Brasil, anteontem (19), sobre a estrutura funcional dos órgãos de segurança pública do Estado, com a divulgação, em relatório, que envolve o PM, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil.

Os dois líderes afirmam que de há muito vêm alertando as autoridades responsáveis por esses setores – a partir, mesmo, do Governo do Estado – quanto à necessidade de urgentemente ter-se que melhor estruturar o aparato de segurança da Paraíba, não apenas no que diz respeito a coletes à prova de bala, como, também, em relação à questão de viaturas (mobilidade) e, sobretudo, de contingente humano, formando efetivos de homens e mulheres.

Segundo o coronel Francisco de Assis Silva, o tropa anda desestimulada a desempenhar a missão precípua da atividade, nos últimos tempos, também, em razão da política salarial adotada pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), que, além de vir promovendo correções bem abaixo da realidade econômica e financeira do Estado, ainda se permitiu extinguir o seguro de vida dos policiais.

Ele está citando dados que corroboram as estatísticas apresentadas pelo Ministério da Justiça, a esse respeito, sobretudo no que toca à carência de efetivo da Polícia Militar da Paraíba. Segundo ele, o Estado conta, atualmente, com 9.500 policiais (homens e mulheres em atividade, o que representa um déficit de cerca de 50% – isso porque, pela Lei Complementar nº 87/08, a população da Paraíba, como um todo, precisa de quase 18 mil servidores, para poder ter mais tranqüilidade e paz social.

Esse quadro de realidades, para o coronel Francisco de Assis Silva, sugere que o Governo do Estado se aperceba da premente necessidade de ter que realizar novo concurso público, no âmbito da segurança pública, posto que o contingente que vem sendo admitido, nos quadros da corporação, nos últimos quatro anos, está muito aquém do necessário. “Para se ter uma idéia de tudo isso, em 2010, o Governo nomeou 264 concursados, contra uma evasão de 270, o que se dá por conta de circunstâncias naturais do nosso meio, a exemplo de aposentadorias, óbitos e invalidez”, comenta o oficial.
 

 

Assessoria

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