No dia seguinte ao forte terremoto que atingiu o Chile, o cientista político Renato Briceño e o estudante Mauricio Compillay queriam ajudar as vítimas, mas não sabiam como. Sem ter nenhuma filiação a grupos ou instituições, eles acharam que tinham duas opções: fazer um plano que poderia levar uma semana e então seria tarde demais para ajudar, ou colocar uma barraca numa rua de Santiago, com uma placa para pedir ajuda e espalhar o endereço do grupo pela internet.
Com o sentido de urgência, eles preferiram a segunda opção. "Organizamos tudo com duas pessoas e dois cliques. O pessoal começou a retwitar e nossa comunidade no Facebook começou a crescer. No primeiro dia, no domingo, apareceram umas 15 pessoas. No segundo umas 50. Hoje são mais de 350 voluntários e arrecadamos 7 toneladas de mantimentos, dos quais quatro já foram enviadas", contou Renato.
Como eles não tinham onde deixar as coisas, resolveram montar um acampamento na praça para vigiar as doações. "No fim, as pessoas já estavam nos trazendo comida, e alguns dormiram aqui também", conta Maurício.
O grupo, que não tinha um nome, passou a se chamar "Carpa de Ayuda" ("Barraca de ajuda"). Eles criaram até uma credencial para cada voluntário. As doações terminaram nesta quinta, segundo eles, para não concorrer com o ‘Teletón’, evento beneficente marcado para esta sexta.
G1
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