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Surto de febre amarela afeta Angola e Congo; Brasil exige vacina

 A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta quinta-feira (23) que irá iniciar campanhas de vacinação de emergência contra a febre amarela ao longo da fronteira entre Angola e a República Democrática do Congo e na capital congolesa, Kinshasa, no mês que vem, segundo a Reuters.

O pior surto de febre amarela em décadas já matou cerca de 345 pessoas em Angola. Já o Congo declarou uma epidemia em Kinshasa e duas outras províncias na segunda-feira depois de relatar 67 casos confirmados e mais de mil outras ocorrências suspeitas.

Prevenção para Olimpíada
Na semana passada, o Ministério da Saúde do Brasil anunciou que, a partir da primeria quinzena de julho, passará a exigir um certificado de vacinação de febre amarela para viajantes provenientes da República Democrática do Congo ou da Angola e também para viajantes que têm como destino esses países.

Segundo a pasta, a medida será preventiva pra os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. As delegações, os atletas e os turistas provenientes desses países deverão apresentar certificado com data de vacinação de ao menos 10 dias antes da viagem. Atualmente, existem três voos diretos ligando Brasil a Angola.

No Brasil, os útlimos casos de febre amarela em áreas urbanas, onde a doença é transmitida pelo Aedes aegypti, ocorreram em 1942. Em 2015, houve 15 casos de febre amarela silvestre no país e, este ano, um caso foi registrado, com morte, segundo o Ministério da Saúde.

Campanha na África
Em um comunicado, a OMS disse que a campanha abrangerá uma área de 75 a 100 quilômetros da divisa, onde há muita circulação e comércio, para evitar que a doença se propague.

Segundo a entidade, a campanha irá começar em julho. Atualmente quase não há mais vacinas no Congo, e uma nova leva de mais de um milhão de doses pode demorar semanas para chegar.

O estoque global de vacinas para febre amarela já se esgotou duas vezes neste ano devido à imunização dos habitantes de Angola, Uganda e Congo. A quantidade atual é de 6 milhões de doses, mas especialistas alertam que isso pode não bastar se houver surtos simultâneos em várias áreas densamente povoadas.

O vírus da febre hemorrágica transmitido por mosquitos é uma grande preocupação em Kinshasa, uma cidade de cerca de 12 milhões de habitantes com serviços de saúde precários, um clima úmido propício aos insetos e muita água estagnada onde podem procriar.

Globo.com

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