O ex-diretor-gerente do FMI Dominique Strauss-Kahn foi detido nesta terça-feira (21) para investigações em Lille, no norte da França, por "cumplicidade com a prostituição" e "ocultamento de abuso de bens sociais", no chamado "caso do hotel Carlton", informou a promotoria. Strauss-Kahn chegou na manhã desta terça a um quartel da polícia, para onde tinha sido convocado, e imediatamente foi preso para investigação.
Cotado inicialmente como provável candidato à presidência da França contra o presidente francês Nicolas Sarkozy, Strauss-Kahn abandonou a vida pública após a sua detenção em Nova York, acusado de tentar estuprar uma funcionária de um hotel.
A camareira,Nafissatou Diallo, está processando Strauss-Kahn em uma ação civil depois que as acusações criminais foram retiradas por promotores.
Além disso, acusações feitas por uma escritora parisiense também foram arquivadas pela polícia francesa em 13 de outubro, três dias antes do nome de Strauss-Kahn vir à tona novamente na investigação Lille.
O inquérito está focado em uma rede de prostituição que supostamente forneceu mulheres para os clientes do hotel de luxo Carlton. Empresários locais e um comissário de polícia estão entre os presos até agora.
Acredita-se que Strauss-Kahn participava de festas e não tinha motivos para suspeitar que as mulheres eram prostitutas, afirmou o seu advogado de defesa Henri Leclerc. Associação com prostitutas é ilegal na França.
G1
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