O presidente de fato hondurenho, Roberto Micheletti, exerceu neste domingo (29) seu direito de voto em sua cidade natal, El Progreso, no norte de Honduras, e em declarações à imprensa disse que seu voto foi "por Honduras, pela democracia".
Veja fotos da eleição
"Eu tenho fé em Deus que nada vai ocorrer", enfatizou Micheletti, ao comentar sobre a aparente normalidade em que está transcorrendo o pleito.
Micheletti depositou seu voto às 9h15 no horário local (13h15 em Brasília), e afirmou que "não há incidentes eleitorais em nenhum lugar do país".
"A população hondurenha não fez caso do temor que trataram de alarmar alguns, lançando bombas, causando danos às propriedades. E aqui está o povo votando em todos os setores", disse.
"Esperamos que assim continue durante o dia todo e volto a repetir ao povo: por favor, não fiquem em suas casas, Honduras vai seguir adiante se exercemos o voto neste dia, não importa para quem", ressaltou o governante de fato, designado pelo Parlamento após a destituição de Manuel Zelaya em 28 de junho.
"Não tenhamos medo", enfatizou, ao afirmar que "há garantias das autoridades, tanto das Forças Armadas quanto de nossa Polícia e dos militares, de que haverá tranqüilidade, paz e proteção para todos".
"Demonstremos ao mundo inteiro que Honduras é diferente, o temor ficou para trás e a responsabilidade de fazer uma Honduras melhor está nas mãos de todos os hondurenhos", acrescentou.
O presidente de fato hondurenho, Roberto Micheletti, exerceu neste domingo (29) seu direito de voto em sua cidade natal, El Progreso, no norte de Honduras, e em declarações à imprensa disse que seu voto foi "por Honduras, pela democracia".
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"Eu tenho fé em Deus que nada vai ocorrer", enfatizou Micheletti, ao comentar sobre a aparente normalidade em que está transcorrendo o pleito.
Micheletti depositou seu voto às 9h15 no horário local (13h15 em Brasília), e afirmou que "não há incidentes eleitorais em nenhum lugar do país".
"A população hondurenha não fez caso do temor que trataram de alarmar alguns, lançando bombas, causando danos às propriedades. E aqui está o povo votando em todos os setores", disse.
"Esperamos que assim continue durante o dia todo e volto a repetir ao povo: por favor, não fiquem em suas casas, Honduras vai seguir adiante se exercemos o voto neste dia, não importa para quem", ressaltou o governante de fato, designado pelo Parlamento após a destituição de Manuel Zelaya em 28 de junho.
"Não tenhamos medo", enfatizou, ao afirmar que "há garantias das autoridades, tanto das Forças Armadas quanto de nossa Polícia e dos militares, de que haverá tranqüilidade, paz e proteção para todos".
"Demonstremos ao mundo inteiro que Honduras é diferente, o temor ficou para trás e a responsabilidade de fazer uma Honduras melhor está nas mãos de todos os hondurenhos", acrescentou.
"Calma tensa"
Atuando como observador brasileiro nas eleições de Honduras, o deputado Raul Jungmann afirmou que o país vive uma “calma tensa”. “Ontem houve muitos boatos a respeito de atentados. Mas por enquanto o clima é tranquilo e há grande expectativa quanto ao comparecimento dos eleitores.”
Jungmann é um dos 300 observadores internacionais que estão acompanhando o pleito. “A grande questão é se vamos ter ou não a superação dos índices de comparecimento. Na eleição anterior, aproximadamente 55% não compareceram. O voto não é obrigatório e o nível de abstenção é muito alto.”
Segundo ele, se o dia seguir sem ocorrências ou qualquer outro problema, a tendência é que suba a participação de eleitores. “Se combinar a lisura do pleito, mais uma grande participação, sairá reforçada a legitimidade do candidato vencedor”, acredita o brasileiro.
O deputado afirmou que esteve com os dois candidatos que disputam a presidência e ambos disseram que, caso sejam eleitos, entrarão em contato com o presidente Lula. Grande parte da comunidade internacional já afirmou que não vai reconhecer o resultado da votação. Brasil, Argentina, Venezuela e Nicarágua estão entre os países que afirmam que o pleito é ilegítimo. Outros, a começar pelos Estados Unidos, dizem acreditar que o pleito seja a melhor forma de sanar a crise política hondurenha.
G1
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