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Vivemos em tempos em que os homens mais poderosos não são reis nem profetas, mas investidores e formadores de cultura global. Um desses nomes é George Soros — judeu de nascimento, nascido na Hungria em 1930, sobrevivente do nazismo, naturalizado cidadão americano em 1961 e, hoje, aos 94 anos de idade, bilionário respeitado nos mercados e influente em causas sociais ao redor do mundo.
Soros é, sem dúvida, um homem inteligente. Mas há um detalhe crucial: ele se declara ateu. E essa confissão levanta uma reflexão séria para nós que cremos:
É possível transformar o mundo apenas com dinheiro, ideias e boas intenções — sem Deus?
A Bíblia responde com clareza:
“Diz o néscio no seu coração: Não há Deus.” (Salmo 14:1)
“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria.” (Provérbios 9:10)
Mesmo com bilhões investidos em causas aparentemente nobres, o que se vê, muitas vezes, é o fortalecimento de ideologias assistencialistas, a perpetuação da pobreza e o distanciamento da essência que realmente liberta: a verdade de Deus e o poder do Evangelho.
Aqui está a lição:
• Inteligência sem Deus pode impressionar, mas não cura as feridas do mundo.
• Influência sem temor não redime a alma.
• E justiça sem o Reino é apenas filantropia bem-intencionada — mas limitada.
Soros, com todo o seu poder, parece não compreender que a maior pobreza do ser humano não é social — é espiritual.
Elcio Nunes
Cidadão Brasileiro
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