O pacote suspeito que provocou nesta quinta-feira o esvaziamento do edifício número dois do World Financial Center de Nova York, a poucos metros de onde ficava o World Trade Center, continha uma granada falsa, confirmou à agência EFE um porta-voz da Polícia.
Os funcionários que foram retirados do edifício de escritórios já voltaram a seus postos de trabalho depois que a Polícia de Nova York confirmou que o objeto suspeito analisado tinha uma granada de brinquedo, detalhou o porta-voz.
Por volta de 10h55 da manhã no horário local (11h55 em Brasília), um dos guardas de segurança do edifício detectou um pacote suspeito em um aparelho de raios X durante um controle de segurança rotineiro, por isso que alertou a Polícia.
Os agentes enviaram imediatamente uma equipe para analisar o objeto e esvaziaram o edifício, um dos arranha-céus mais altos de Nova York, com 197 metros de altura, mas uma hora e meia depois determinaram que não havia nenhum perigo.
Proximidade – O edifício está a poucos metros de onde se situavam as Torres Gêmeas do World Trade Center que foram destruídas pelos ataques terroristas da rede Al Qaeda no dia 11 de setembro de 2001 e nos quais morreram quase 3 mil pessoas.
As autoridades de Nova York se mantêm em alerta permanente perante as possíveis ameaças à segurança da cidade, e nas últimas semanas averiguaram desde a aparição de uma fotografia em um site vinculado à rede terrorista Al Qaeda até a origem de cartas contaminadas dirigidas ao senado dos Estados Unidos.
Ameaças – Entre as ameaças terroristas sofridas na cidade está a ocorrida no final de maio de 2010, quando a Polícia interceptou um carro carregado com explosivos na Times Square. Neste mesmo ano, a Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey decidiu instalar medidas de segurança com tecnologia de uso militar para proteger de potenciais ataques terroristas o novo World Trade Center.
Nesse novo sistema de vigilância foram incluídas câmeras ‘inteligentes’ e dispositivos de reconhecimento facial e de retina que poderão contrastar a informação com bases de dados e listas de suspeitos de terrorismo, aos quais também foram somados sensores por raios infravermelhos e de calor capazes de detectar explosivos e radiação.
Além disso, a agência pública proprietária do novo arranha-céu que está sendo erguido no lugar das antigas Torres Gêmeas também deve usar computadores que vigiam os movimentos das pessoas para encontrar atitudes suspeitas e alertar a Polícia.
O sistema de segurança do novo WTC estará conectado à rede de câmeras e sensores já utilizados pela Polícia de Nova York no sul de Manhattan e está sendo desenvolvido pela empresa especializada Behavioral Recognition Systems, que instalou dispositivos semelhantes para o Departamento de Defesa dos EUA.
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