Quarenta e dois jornalistas foram mortos este ano em todo o mundo, a maior parte deles no Paquistão, segundo um estudo do Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ) nesta quarta-feira.
O Paquistão lidera a lista de jornalistas mortos em 2010, com oito, seguido pelo Iraque, com quatro. Honduras e México estão empatados em terceiro lugar, com três.
O número total de repórteres mortos por causa da profissão foi bem mais baixo do que o registrado em 2009, quando 72 jornalistas morreram trabalhando. O recorde deveu-se, em parte, a um massacre nas Filipinas.
Além das 42 mortes confirmadas, outros 28 morreram em circunstâncias ainda não esclarecidas, segundo o CPJ.
"O assassinato de 42 jornalistas em 2010, ao mesmo tempo em que representa uma queda em relação a anos anteriores, ainda é altamente inaceitável e reflete a violência que persiste contra jornalistas em áreas de conflito no mundo todo", indicou Joel Simon, diretor executivo do CPJ.
"Do Afeganistão ao México, da Tailândia à Rússia, o fracasso dos governos em investigar crimes contra a imprensa contribui para um clima de impunidade que só incentiva ainda mais violência".
A maioria das 42 mortes foram assassinatos, enquanto 40% ocorreram em zonas de combate e outras situações de alto risco.
Quase todas as vítimas eram repórteres da mídia local.
Terra
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