A gripe H1N1 causou a morte de pelo menos 11.516 pessoas em todo o mundo desde o início da pandemia em abril, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quarta-feira.
Mas em seu relatório semanal, que mostrou quase 1.000 registros oficiais de mortes a mais em relação aos últimos dados, a organização disse que a doença aparentemente já atingiu seu pico ou está estável na Europa Ocidental e na América do Norte, enquanto há uma queda na transmissão em partes da Ásia.
Nos Estados Unidos e no Canadá, o vírus segue disseminado geograficamente, mas os níveis de doenças gripais caíram substancialmente e internações e mortes também estão em queda, disse a OMS.
Na Europa, a transmissão ativa do vírus segue disseminada pelo continente, mas na maioria dos países sua atividade já atingiu o pico –embora esteja crescendo no centro e leste do continente.
Em um outro relatório divulgado na terça-feira, a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) disse que a pandemia segue moderada, mas continua a infectar e, às vezes, matar pessoas mais jovens do que o vírus da gripe tradicional.
Embora haja números de mortes confirmadas pela gripe H1N1, conhecida como gripe suína, agentes da OMS disseram que comparar números entre os dois tipos de gripe é complicado e pode induzir conclusões erradas.
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