Os eleitores de mais 18 estados americanos começam a votar às 9h desta terça-feira (03), no horário de Brasília, nas Eleições de Meio de Mandato, conhecidas como Midterms. Entre eles estão Texas, Flórida, Geórgia e Pensilvânia.
A votação ocorre em meio à disputa pelo controle do Congresso dos Estados Unidos. O Partido Republicano tenta manter a maioria na Câmara e no Senado, enquanto os democratas buscam conquistar cadeiras suficientes para assumir o comando de uma ou das duas Casas.
Em Dakota do Norte, a abertura das seções ocorre entre 9h e 10h (horário de Brasília). Já no Arkansas, os locais de votação começam a receber eleitores às 9h30.
As Eleições de Meio de Mandato renovam todos os assentos da Câmara dos Representantes e cerca de um terço das cadeiras do Senado. O resultado definirá a composição do Congresso durante a segunda metade do mandato do presidente Donald Trump.
A apuração ocorre ao longo do dia e da noite, conforme os locais de votação forem encerrando as atividades em cada estado.
Às 8h (horário de Brasília), os locais de votação foram abertos em Nova York, Nova Jersey, Indiana, Kentucky, Virgínia, Connecticut, Illinois, Missouri e Louisiana.
entes, de acordo com os estados e os fusos horários. Abaixo, estão convertidos para ter Brasília como referência.
Na Câmara dos Representantes, todos os 435 assentos estarão em disputa. Os deputados americanos cumprem mandatos de dois anos.
Já no Senado, 35 das 100 cadeiras serão renovadas. Os senadores têm mandatos de seis anos.
Atualmente, os republicanos têm vantagem de 53 a 47 no Senado. Como o vice-presidente JD Vance pode desempatar votações na Casa, os democratas precisam conquistar quatro cadeiras para obter a maioria, e a disputa será mais acirrada.
Na Câmara, a tarefa é mais próxima: os democratas precisam ganhar três assentos para assumir o controle.
Os americanos também escolherão 36 governadores, além de alguns cargos estaduais, como procurador-geral e secretário de Estado, mais de 6 mil assentos em legislaturas estaduais e dezenas de propostas de emenda constitucional.
Com CNN
