Os eleitores de Wisconsin elegeram Susan Crawford para a Suprema Corte do Estado na terça-feira, mantendo a maioria progressista de 4 a 3 na corte, em um revés para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e para seu aliado bilionário Elon Musk, que haviam apoiado seu rival conservador.
A eleição foi amplamente vista como um referendo antecipado sobre a presidência de Trump, e a campanha se tornou facilmente a disputa judicial mais cara da história dos EUA, com mais de US$90 milhões gastos pelos candidatos, partidos estaduais e grupos externos, de acordo com o Brennan Center da Universidade de Nova York.
Crawford, uma juíza de condado, derrotou o conservador Brad Schimel, um republicano ex-procurador-geral do Estado e também juiz de condado, que reconheceu a derrota em uma ligação telefônica para Crawford e em um discurso para seus apoiadores. Crawford tinha uma vantagem de 9 pontos, com uma margem de cerca de 191.000 votos e 88% dos votos apurados.
Com o equilíbrio da corte em jogo, Musk e grupos políticos ligados a ele gastaram mais de US$21 milhões para apoiar Schimel. Crawford enquadrou a corrida como uma disputa entre ela e o bilionário de fora do Estado.
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