Existem mais de 100 reféns israelitas nas mãos do Hamas. Apesar de haver críticas possíveis ao modo de ação do Estado israelense na Palestina, Israel ainda busca resgatar seus cidadãos sequestrados, enquanto a vida dos israelitas segue em tensão diante de um cenário de conflito.
Se não bastasse, no último fim de semana, a ditadura iraniana atacou Israel sob alegação de que o Estado israelense atacara a embaixada iraniana na Síria. Ainda que essa acusação seja verdade – Israel não confirmou – o ataque iraniano foi desproporcional e feito diretamente por um Estado soberano.
Israel precisa responder inevitavelmente, sob pena de comunicar a seus inimigos que pode aceitar um ataque com mais de 300 projéteis sejam lançados sobre si, sem nada fazer. A questão é calibrar a resposta para evitar uma escalada para uma guerra total. Se isso será possível, o tempo dirá.
De todo modo, o mundo está cada vez mais perigoso. As democracias estão fragilizadas internamente devido à profunda polarização e estão enfrentando ameaças externas das autocracias. Rússia, China e outras ditaduras pressionam a geopolítica internacional para uma nova era não liberal.
O principal problema é: em mundo nuclear, uma nova era será possível em meio a tanto distensionamento? Da última década em diante, os conflitos têm escalado, um abismo chamando outro, até que se veja quem chegará primeiro ao fundo do poço.
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