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Interpol emite ordem de captura contra fundador do WikiLeaks

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Interpol emite ordem de captura contra fundador do WikiLeaks
 
Julian Assange é procurado pela Suécia por ‘estupro e agressão sexual’. Ele nega as acusações, que diz serem parte de uma ‘campanha caluniosa’.
 
A Interpol emitiu nesta terça-feira (30) uma ordem de captura internacional contra Julian Assange, fundador do site WikiLeaks, que divulgou nesta semana documentos secretos do departamento de Estado, que cuida das relações internacionais dos Estados Unidos,

No último dia 20, a Interpol recebeu das autoridades suecas um pedido para ordenar a detenção com fins de extradição de Assange, que é procurado pela Suécia em uma investigação por "estupro e agressão sexual".

"A Interpol recebeu um mandato de detenção e um pedido de publicação de uma notificação vermelha de seu escritório central na Suécia para pedir a captura do fundador do WikiLeaks, Julian Assange", anunciou a organização policial internacional que tem sede em Lyon, França.

O criador do Wikileaks, Julian Assange, em entrevista durante visita à Suécia (Foto: AFP)

A justiça sueca ordenou a prisão de Assange, que divulgou recentemente documentos confidenciais sobre a guerra no Iraque e no Afeganistão. A decisão do juiz Alan Camitz, do tribunal de Estocolmo, acatou um pedido neste sentido apresentado anteriormente pela promotoria.

Julian Assange é cidadão australiano, e chegou a ser procurado em agosto em meio às investigações do caso, mas teve a ordem de prisão revogada.

Marianne Ny, a promotora encarregada do caso, reabriu o processo de estupro contra Assange, de 39 anos, no dia 1º de setembro, mas a princípio não havia solicitado sua detenção.

Supostas vítimas
Duas mulheres afirmaram que no dia 20 de agosto foram vítimas de estupro e agressão sexual por parte do fundador do WikiLeaks.

Assange sempre negou as acusações, afirmando que fazem parte de uma "campanha caluniosa" para desprestigiar seu site, que antes havia publicado centenas de milhares de documentos confidenciais sobre os conflitos no Iraque e no Afeganistão.

Em outubro, o Wikileaks divulgou mais 400.000 relatórios sobre incidentes, apresentados como "o vazamento mais importante de documentos militares confidenciais da história".

Os serviços secretos americanos "estão desde já muito satisfeitos", chegou a comentar Assange em entrevista à AFP, em setembro, depois que a investigação por estupro foi reaberta na justiça sueca.

G1

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