O movimento radical islâmico Hamas rejeitou neste sábado o pedido da secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, para que reconheça Israel como um Estado e, em troca, seja reconhecido como representante do povo palestino.
"É uma intromissão inaceitável nos assuntos internos palestinos", disse à imprensa o porta-voz do Hamas em Gaza, Ismail Radwan, em resposta à solicitação da ex-primeira-dama.
Segundo a secretária de Estado, que na segunda-feira inicia uma viagem oficial à região, para ser aceito pela comunidade internacional o Hamas precisa cumprir as três condições que lhe foram impostas em 2006 pelo Quarteto de Madri (EUA, Rússia, ONU e UE): reconhecer Israel, aceitar os acordos de paz assinados e abandonar a luta armada.
Radwan respondeu hoje que o "Hamas permanecerá irredutível em sua postura de não reconhecer Israel e (de não aceitar) as condições do Quarteto".
Em entrevista concedida ontem à rádio "Voice of America", a chefe da diplomacia americana também disse que os Estados Unidos "ainda estão comprometidos com uma solução de dois Estados", aprovada na conferência de Annapolis, realizada em novembro de 2007.
Folha Online
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