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Fundador do WikiLeaks se disfarçou de mulher

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O fundador do site WikiLeaks, o australiano Julian Assange, se disfarçou de mulher para escapar de agentes da CIA – o serviço de inteligência dos Estados Unidos – que supostamente o seguiam, informa uma nova biografia que teve trechos publicados pelo jornal britânico The Guardian nesta segunda-feira (31).

O livro, escrito por dois repórteres do jornal londrino, David Leigh e Luke Harding, tem como título WikiLeaks: Inside Julian Assange’s War on Secrecy (WikiLeaks: Dentro da Guerra de Julian Assange contra o Sigilo) e afirma que Assange só conheceu o pai biológico depois dos 20 anos.

O fundador do WikiLeaks é objeto de uma investigação criminal sobre o vazamento de 250 mil documentos e telegramas diplomáticos dos Estados Unidos. De acordo com o livro, Assange estava na Inglaterra quando ficou sabendo que agentes da CIA o seguiam, apesar da ausência de provas.

– Podem imaginar o ridículo que era se disfarçar de mulher. Ele se disfarçou de idosa por mais de duas horas.

Outros trechos da biografia falam sobre a infância de Assange, que aguarda em liberdade a decisão judicial sobre sua possível extradição do Reino Unido para a Suécia, onde é acusado de crimes sexuais.

– O pai biológico de Julian, John Shipton, estava ausente a maior parte do tempo. Aos 17 anos, a mãe de Assange se apaixonou por Shipton, um jovem que conheceu em uma manifestação contra a guerra do Vietnã em 1970. O relacionamento acabou e [o pai biológico] não teve nenhum papel em sua vida durante vários anos. Não tiveram contato até que Julian completou 25 anos.

De acordo com a publicação, quando os dois se encontraram, Julian descobriu que herdara o temperamento do pai. Um amigo diz que Shipton era "como um espelho que refletia a imagem de Julian".

O primeiro problema de Julian Assange com a Justiça aconteceu em 1994 por pirataria virtual, segundo a biografia.

Detido em 7 de dezembro de 2010 em Londres por uma ordem de prisão emitida pela Suécia, Assange foi colocado em liberdade após pagamento de fiança, nove dias depois. A Justiça sueca processa o australiano por suposta violência sexual contra duas mulheres.

R7

 

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