Foto: EFE/EPA/JAVAD PARSA
Ontem, 17 países europeus tomaram uma decisão muita acertada em defesa da Ucrânia: se comprometeram a estabelecer a paz – pela diplomacia e pela força – ajudando o povo ucraniano financeira e militarmente contra a Rússia.
A Europa acordou: diante de um Trump que gosta e flerta com Putin, a Europa promete se rearmar para dissuadir a Rússia e diminuir sua dependência dos EUA.
A Europa não pode assumir uma “política de apaziguamento” como Chamberlain diante do nacional-socialismo. É preciso assumir um papel estadista como de Churchill e resistir em todas as frontes – do mar ao ar – a ameaça russa.
Concretamente, o primeiro-ministro do Reino Unido apresentou quatro pontos para um processo de paz: 1) Manter a ajuda militar para a Ucrânia e aumentar a pressão econômica sobre a Rússia; 2) Garantir a soberania e a segurança da Ucrânia, estando o povo ucraniano à mesa para quaisquer negociações de paz;
3) No caso de um acordo de paz, buscar impedir qualquer invasão futura da Rússia na Ucrânia; e 4) Criar uma “coalizão dos dispostos” para defender a Ucrânia e garantir a paz no país.
Os desafios são muitos. A Europa anda combalida diante da polarização em torno da questão imigratória, estreitamento do orçamento público e aumento do custo de vida. Nesse cenário, será tarde demais para a Europa se reinventar sem o apoio direto dos EUA? O tempo dirá, mas as demandas da justiça exigem uma Europa pela Ucrânia.
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