O Hospital Gemelli, de Roma, enfrenta um processo judicial coletivo dos pais de 96 bebês que contraíram a bactéria da tuberculose depois de entrar em contato com uma enfermeira do departamento de pediatria portadora da doença.
Depois de tomar conhecimento da situação da enfermeira, que atualmente trabalha em outro hospital romano, o Gemelli realizou testes nas 1.128 crianças nascidas entre janeiro e julho de 2011, que poderiam ter sido contaminadas. O teste deu positivo em 96 dos bebês testados e, embora as autoridades médicas afirmem que isso não significa que a doença será desenvolvida, eles foram submetidos a um tratamento preventivo.
O medo de uma possível epidemia em recém-nascidos cresceu nos últimos dias, mas as autoridades já asseguram que a situação está sob controle. Contudo, os pais das crianças contaminadas pretendem apresentar uma reivindicação coletiva para esclarecer como foi possível que uma pessoa com tuberculose trabalhasse no hospital sem informar sua doença.
A advogada e parlamentar Giulia Bongiorno, cujo filho de 7 meses também foi submetido aos testes, mas com resultado negativo, anunciou que apresentará um processo coletivo junto com outras famílias. "Apresentaremos uma denúncia na Procuradoria de Roma. Os pais não querem só um ressarcimento econômico, mas querem descobrir quem é o responsável por tudo isto", explicou a parlamentar.
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