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Eleição presidencial do Afeganistão vai ter segundo turno em 7 de novembro

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O presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, anunciou nesta terça-feira (20) que as eleições presidenciais do país, nas quais ele tenta a reeleição, vão ter um segundo turno, marcado para 7 de novembro. A decisão ocorre depois que um comitê eleitoral anulou o resultado inicial por suspeita de fraudes na apuração dos votos.

 

"Nós acreditamos que a decisão do comitê é legítima, legal e constitucional e que ela fortalece o caminho no rumo da democracia", disse Karzai, em declaração transmitida ao vivo pela TV local.

 

O senador democrata norte-americano John Kerry, que acompanhou Karzai no anúncio, disse que a atitude do presidente mostrou "grande liderança". Segundo ele, realizar o segundo turno não vai ser fácil, mas o país vai ser auxiliado pela comunidade internacional.

 

Votos sob suspeita
Karzai acatou uma decisão da Comissão Eleitoral do Afeganistão (IEC). A Comissão de Queixas (ECC) havia ordenado à IEC que invalidasse, por suspeita de fraude, centenas de votos dos quase 26 mil colégios eleitorais de todo o país e que recalculasse os de outros 3,5 mil, aplicando aos candidatos um complexo coeficiente de fraude.

 

A recontagem dos votos afetou a maioria absoluta de 54,6% de votos que Karzai havia alcançado de acordo com resultados provisórios oferecidos pela IEC em meados de setembro. Sem os votos suspeitos, ele ficou com 49,67% dos votos, insuficientes para assegurar a vitória em primeiro turno.

 

Agora, Karzai terá de enfrentar seu principal adversário, Abdullah Abdullah, em segundo turno.

 

A situação política no Afeganistão preocupa a comunidade internacional porque o país é considerado o grande reduto dos insurgentes do Talibã e da al-Qaeda e tem uma precária situação de segurança.

 

O front afegão foi escolhido pelo presidente Barack Obama como o novo foco da chamada "guerra contra o terror" que se seguiu aos atentados do 11 de Setembro de 2001.

 

Obama atualmente é pressionado pela cúpula militar a enviar mais tropas ao país para tentar garantir o sucesso das operações.

 

G1

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