Novos dados divulgados hoje pela ONU revelam que o conflito na Síria já matou pelo menos 60 mil pessoas. As informações foram divulgadas em Genebra pelo Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos e apontam que, ainda que essa seja uma estimativa baseada em nomes de pessoas comprovadamente assassinadas, o número real dé vítimas do conflito seria ainda maior.
“O número é bem maior do que se imaginava. É realmente chocante”, afirmou Navi Pillay, comissária da ONU para Direitos Humanos.
Os números incluiram as mortes entre março de 2011 e novembro de 2012, quando as manifestações contra Bashar al Assad começaram.
Na avaliação da ONU, porém, o conflito que tinha como meta derrubar o presidente sírio hoje já ganhou contornos sectários e religiosos. Até mesmo iraquianos que estavam vivendo como refugiados na Síria estão optando para retornar a seu país de origem e que é considerado como um dos mais perigosos do mundo.
Pillay deixa claro que, ainda que rebeldes estejam cometendo crimes contra a humanidade, a responsabilidade pelo conflito é de Assad, que optou por uma “repressão violenta”.
Estadão
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