A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, afirmou nesta quinta-feira que está "convencida" de que a morte do promotor Alberto Nisman "não foi um suicídio. De acordo com uma nota publicada em seu blog e suas redes sociais, ela acredita que foram "plantadas pistas falsas" para ele dentro de uma "operação contra o governo.
Por que alguém ia se suicidar sendo promotor e gozando ele e sua família de uma excelente qualidade de vida?, questionou a presidente, que continua sem aparecer em público.
Nisman foi encontrado em sua casa com um tiro na cabeça horas antes de comparecer ao Congresso para dar detalhes sobre a denúncia que tinha apresentado contra a presidente por suposto encobrimento de terroristas.
Nisman não sabia e provavelmente não soube nunca. A verdadeira operação contra o governo era a morte do promotor após acusar a presidente, seu chanceler e o secretário-geral de La Cámpora de serem encobridores dos iranianos acusados pelo atentado terrorista da Amia, afirmou Kirchner.
A presidente acrescentou ainda mais dúvidas ao caso. Cristina se perguntou ,por que se permitiu o acesso à casa de Nisman de um médico privado de uma obra social antes de o juiz, os superiores, e os legistas saberem da morte.
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