O Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou nesta quinta-feira (1º/3) o governo da Síria pelos ataques a civis e pelas violações sistemáticas e exigiu o acesso irrestrito das organizações humanitarias ao país. Em 11 meses, estima-se que cerca de 7 mil pessoas morreram em cidades sírias. A condenação contou com o apoio de 37 países, três abstenções e um voto contrário.
Abstiveram-se da votação as delegações de Cuba, da China e da Rússia. O embaixador do Irã votou contra a proposta. A cadeira do representante da Síria permaneceu vazia durante a sessão. Segundo o governo do presidente sírio, Bashar Al Assad, a iniciativa estava sendo politizada.
Na decisão, o conselho destaca que os ataques a civis na Síria podem constituir crimes contra a humanidade. A resolução, apresentada pelas delegações da Turquia e do Catar com o apoio de mais 50 países, pede a responsabilização dos envolvidos nas violações cometidas no país.
O conselho reitera a necessidade de um cessar-fogo urgente e a autorização da entrada de agências humanitárias para ajudar as vítimas, que não têm acesso a alimentos, água, assistência médica e serviços básicos.
O representante do México no Conselho de Direitos Humanos na ONU, Juan José Gómez Camacho, defendeu a resolução. "O desempenho do governo sírio é inaceitável e condenável. O Conselho de Direitos Humanos se manifesta de forma intensa, condenando o governo sírio e cobrando a permissão para a entrada de ajuda humanitária", disse.
Correio Braziliense
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