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Cícero e comitiva brasileira podem deixar Israel por terra nesta segunda após escalada do conflito com Irã

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A crise no Oriente Médio causada pela escalada do conflito entre Israel e Irã impactou diretamente uma comitiva brasileira que se encontra atualmente em Tel Aviv, capital israelense. O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), integra o grupo de 25 pessoas – entre eles oito prefeitos brasileiros – que viajou ao país a convite do governo de Israel para participar do Muni Tour 2025, um programa de cooperação internacional voltado à segurança cidadã e ao desenvolvimento sustentável.

Com o espaço aéreo de Israel fechado por motivos de segurança, o governo brasileiro tem buscado alternativas para retirar os brasileiros de forma segura. A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou neste domingo (15/06), em entrevista que há expectativa de que o grupo possa deixar o território israelense já nesta segunda-feira (16/06), por via terrestre, rumo à Jordânia.

O prefeito Cícero Lucena participou de uma reunião virtual com autoridades israelenses neste domingo, onde foi discutida a possibilidade de deslocamento por terra. Segundo ele, a rota pela Jordânia representa o menor risco em termos de distância e segurança.

“A partir da ponte, cada um seguirá para seu destino, seja Arábia Saudita ou outro país, sem mais depender das autoridades israelenses. O que estamos pedindo ao governo de Israel é que nos proporcione o transporte seguro até a ponte”, explicou Cícero.

O governo da Jordânia já sinalizou positivamente e autorizou a entrada dos brasileiros, com o apoio da Embaixada do Brasil no país.

O deputado federal Mersinho Lucena (PP), filho do prefeito, também se mobilizou e neste final de semana, viajou para a Arábia Saudita para tentar resgatar o prefeito paraibano.

Mersinho no fim da tarde deste domingo (15/06), a situação do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, e dos demais brasileiros que se encontram em missão oficial no Oriente Médio. Em vídeo publicado nas redes sociais, Mersinho relatou que está na cidade de Tabuk, na Arábia Saudita, a cerca de 250 km da fronteira com a Cisjordânia e Israel, acompanhando de perto as tratativas para garantir a saída segura do grupo.

Mersinho alertou que não há, até o momento, perspectiva de reabertura do espaço aéreo israelense, o que impede a retirada dos brasileiros por via aérea. Diante disso, uma nova estratégia está sendo articulada com o apoio do Itamaraty, do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e do presidente da Câmara Federal, Hugo Motta.

Mersinho pediu que os paraibanos sigam em oração e reforçou seu compromisso com o acompanhamento direto da situação.

Redação

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