Com uma criança em seus braços, Barry McCarney aparece no circuito interno de TV do hospital tentando ressuscitar a pequena Mile Martin, de 15 meses, filha de sua namorada. Apesar de comovente, a imagem gravada em um hospital de Enniskillen, na Irlanda do Norte, esconde a gravidade dos fatos: McCarney não é o padrasto amoroso que está tentando trazer a bebê de volta à vida.
Ele é o monstro que abusava sexualmente da pequena Mile Martin, causando danos suficientes para leva-la à morte
O crime ocorreu em dezembro de 2009, mas o veredicto do caso foi anunciado na última segunda-feira (3). Um juiz da corte de Dungannon condenou McCarney a 33 anos de prisão por um crime classificado como “incompreensível.
McCarney conheceu a mãe da pequena Mile, Rachael Martin, em setembro de 2009, apenas três meses antes do crime. Na época, McCarney tinha acesso livre à casa da mãe e da filha.
A pequena sofreu diversos ferimentos fatais. Sete costelas estavam quebradas. Uma perfuração no abdômen também foi constatada. Ela morreu um dia depois de dar entrada no hospital, nos braços de seu agressor.
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R7
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