O papa Bento XVI afirmou hoje a líderes judaicos que qualquer negação do Holocausto é "intolerável e inaceitável", especialmente se feita por um padre. O líder católico falou durante um encontro no Vaticano com aproximadamente 60 líderes judaicos norte-americanos, no qual também revelou que prepara uma visita a Israel. A audiência foi marcada após o pontífice retirar a excomunhão de um bispo tradicionalista que negou o massacre sistemático de judeus pelos nazistas na Segunda Guerra (1939-45), enfurecendo católicos e judeus. O papa, nascido na Alemanha, fez sua mais dura condenação do Holocausto até agora, durante a reunião.
O papa lembrou que o Holocausto foi um crime contra a humanidade. Ele também ressaltou que a Igreja Católica está "profunda e irrevogavelmente comprometida a rejeitar todo antissemitismo". O bispo pivô da polêmica é Richard Williamson, que negou a existência de câmaras de gás na Segunda Guerra e disse que foram mortos muito menos judeus que os até 5 milhões normalmente citados. O Vaticano sustentou que Bento XVI não tinha conhecimento dessas declarações quando cancelou a excomunhão de Williamson e de outros três bispos ultraconservadores.
Agencia Estado
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