Logo que o UFC anunciou a parceria com a Reebok, ficou decidido que os lutadores da organização teriam que usar uniformes da marca e seriam pagos pela empresa de acordo com sua posição no ranking. A ideia dos uniformes persiste – devem ser implementados a partir do dia 1º de julho -, mas os critérios de pagamento mudaram.
De acordo com o The Sports Business Journal, o pagamento dos atletas, agora, será proporcional ao seu tempo de contrato com o Ultimate – o acordo também vale para atletas que vieram de organizações compradas pela companhia, como o WEC e o Strikeforce.
A parceria da Reebok com o UFC gira em torno de R$ 220 milhões de reais por seis anos de contrato. Seguindo o novo critério, os atletas foram divididos de cinco maneiras (campeões e desafiantes ao cinturão serão pagos de outro modo):
– Atletas com mais de 21 lutas
– Atletas com 16 a 20 lutas
– Atletas com 11 a 15 lutas
– Atletas com seis a 10 lutas
– Atletas com uma a cinco lutas
A publicação indica que os critérios foram mudados após uma série de reclamações de lutadores e empresários ao UFC, alegando que o ranking não é feito de maneira justa.
Tatame
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