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Empresa de Ronaldo se retira do UFC após nova política de patrocínios

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 A nova política de patrocínios do UFC começa a trazer os primeiros desdobramentos para a companhia. Presidida por Ronaldo Fenômeno, a agência de marketing esportivo 9ine, anunciou, nesta terça-feira, que se retira de qualquer negociação que envolva o Ultimate.

A empresa, que consequentemente deixa de gerenciar a carreira de Junior Cigano e Vitor Belfort, criticou a parceria entre o UFC e a Reebok, alvo de constantes questionamentos por parte dos lutadores. Em comunicado enviado com exclusividade ao Combate.com, a 9ine declara que "não tolera ver uma organização alterar suas regras de captação de patrocínio e remuneração dos lutadores – de maneira arbitrária – sem tomar uma posição".

O acordo de exclusividade entre UFC e Reebok foi anunciado em dezembro do ano passado, entretanto, as críticas à parceria se intensificaram em maio deste ano, quando o evento revelou a tabela de valores que são repassados aos atletas. Campeão peso-pena do Ultimate, José Aldo detonou o acerto, classificado como prejudicial aos lutadores.

Confira o comunicado na íntegra:

"Comunicamos que a partir desta data a 9ine Sports & Entertainment se retira de qualquer negociação que envolva o UFC, seus eventos ou lutadores. A agência não acredita no novo modelo adotado pela empresa na captação de patrocínio e é de opinião que este fere diretamente todos os atletas da organização, além das empresas que apoiaram e apostaram no UFC por longos anos.

A história entre 9ine e UFC é antiga. Fomos a primeira agência de marketing esportivo e entretenimento a mergulhar de cabeça em projetos propostos pela franquia. Fomos também pioneiros ao trabalhar a imagem de lutadores como Anderson Silva, Junior Cigano e mais recentemente Vitor Belfort. Todos campeões e referências em suas categorias.

Mas nem só de negócios se faz uma grande empresa. Temos princípios fundados na visão de um ex-atleta e amante do esporte. Nosso presidente, Ronaldo Nazário, não tolera ver uma organização alterar suas regras de captação de patrocínio e remuneração dos lutadores – de maneira arbitrária – sem tomar uma posição.

Sendo assim, a 9ine sai do "negócio UFC" sem deixar de se posicionar a respeito do que acreditamos ser uma injustiça com os atletas, verdadeiros guerreiros, que vivem do MMA. A eles, desejamos todo o sucesso e sabedoria para lidar com as dificuldades que se avizinham."

Globo.com

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