A primeira proposta apresentada pelo Al-Ahli, dos Emirados Árabes, para tirar Emerson da Gávea não satisfez o Flamengo. O valor apresentado está bem abaixo da multa rescisória, que ultrapassa os R$ 16 milhões, mas não foi divulgado.
O vice-presidente de futebol rubro-negro, Marcos Braz, ainda não conversou com o jogador. E nem deve fazê-lo antes da partida de domingo, contra o Corinthians. Para abrir mão do atleta, o clube até aceita um montante inferior ao da multa.
– Depende do dinheiro – disse o dirigente.
Nos dois anos de contrato que ainda tem com o Flamengo, o Sheik receberá o equivalente a pouco menos de 25% do que os R$ 12,5 milhões oferecidos pelo time árabe. E um aumento salarial para segurá-lo não está nos planos.
– A permanência dele não passa por isso – afirmou Braz.
Neste domingo, Emerson promete esclarecer seu futuro após a partida contra o Corinthians, no Maracanã. O GLOBOESPORTE.COM acompanha o duelo a partir de 16h (de Brasília), em Tempo Real, com vídeos.
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