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Brasil encara Japão em duelo de mata-mata na Copa com paraibanos titulares

Foto: CBF

Um duelo para manter o sonho do hexa e uma invencibilidade histórica. A Seleção Brasileira volta enfrentar o Japão nesta segunda-feira (29), pelos 16 avos de final da Copa do Mundo 2026. Brasil e Japão se enfrentam pela segunda fase da Copa do Mundo, no Estádio de Houston. Os paraibanos Matheus Cunha e Douglas Santos devem ser mantidos como titular. Matheus Cunha é um dos artilheiros da Seleção na Copa com 3 gols ao lado de Vini Jr.

Matheus Cunha e Douglas Santos reprensetam a Paraíba na Copa do Mundo 2026 — Foto: ChatGPT

O Japão tem desvantagem impressionante no duelo com o Brasil. Em 14 jogos, perdeu 11 e empatou dois. No último confronto, porém, os asiáticos fizeram história ao vencerem os brasileiros pela primeira vez, em 14 de outubro de 2025. Em Tóquio, saíram perdendo por 2 a 0, mas viraram para 3 a 2.

O Brasil passou à segunda fase como líder do Grupo C. Empatou com Marrocos por 1 a 1, mas venceu Haiti e Escócia pelo mesmo placar: 3 a 0. O saldo de gols deu a ponta à seleção brasileira.

O Japão avançou no Grupo F como segundo colocado. Empatou na estreia por 2 a 2 com a Holanda, goleou a Tunísia por 4 a 0 na sequência e ficou no 1 a 1 com a Suécia.

A vitória por 3 a 0 sobre a Escócia trouxe confiança para Carlo Ancelotti, que vai manter o time. Rayan, que substituiu o lesionado Raphinha, agradou e terá mais uma chance.

O Brasil deve começar jogando com Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá; Rayan, Matheus Cunha e Vini Jr.

Historicamente o Brasil, sempre venceu os Samurais Azuis em confrontos oficiais desde 2001. Um tabu que dura 25 anos desde seu primeiro encontro na Copa das Confederações, que terminou em 0 a 0. Único duelo dessas equipes que terminou sem gols.

O Brasil chega à fase de 16 avos da Copa do Mundo como favorito diante do Japão, mas a seleção asiática já mostrou, em diferentes edições do torneio, que costuma crescer diante de adversários tradicionais.

O desafio da equipe de Ancelotti será impedir que os japoneses acrescentem mais um capítulo à lista de zebras recentes do Mundial. Nas últimas Copas, o Japão construiu a reputação de equipe disciplinada e organizada taticamente, capaz de competir de igual para igual contra grandes potências.

SL

PB Agora

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