Cerca de 10 mil professores da rede estadual de ensino da Paraíba paralisam
suas atividades durante três dias. A paralisação ocorrerá amanhã, quinta e
sexta feira e deixará mais de 200 mil alunos sem aulas.
O protesto é em
defesa da escola pública estadual, pela imediata revisão do Plano de
Cargos, Carreira e Remuneração, pela exclusão do anexo um da Medida
Provisória nº 204 do Governo do Estado, pela paridade dos vencimentos entre
professores ativos e inativos e pela urgente melhoria das gratificações de
direção das escolas. As 14h00 do dia 22/05, os docentes farão concentração
e ato público em frente ao colégio Lyceu Paraibano.
Quem informa é o presidente da APLP (Associação dos Professores de
Licenciatura Plena), Francisco Fernandes, que coloca como uma das
principais reclamações da categoria a necessidade de serem recebidos pelo
Governador, ao destacar que “nunca houve na história da Paraíba um
distanciamento tão absurdo entre o Governador e os servidores públicos
estaduais. E não por culpa, desinteresse ou omissão desses, mas por
omissão, desinteresse e culpa daquele”.
Chegamos ao terceiro ano de mandato, prossegue, e o Sr. Ricardo Coutinho
não se digna em tratar diretamente com as entidades das categorias, que
compõem o universo dos servidores estaduais. A propalada data-base do
reajuste salarial, é uma decisão unilateral sem levar em consideração as
reivindicações dos servidores. Por conta disso são cometidos equívocos, são
descumpridos direitos e são relegadas conquistas.
Os salários
A paralisação se faz necessária, destaca a direção da APLP, porque
“exercendo uma política de desrespeito à carreira dos profissionais em
Educação da Rede Estadual de Ensino, de flagrante achatamento salarial, o
atual Governo do Estado da Paraíba achou por bem, de forma impositiva,
ignorar a luta histórica da categoria, reduzindo-a a ínfimos reajustes
salariais sem a observar a qualificação e a progressão correspondente, em
um desmonte completo do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração”.
Por fim a direção da entidade relaciona “os piores salários de níveis
superiores do Estado e também os piores salários da Região Nordeste”, pagos
pelo Governo: professor com Licenciatura Plena, em final de carreira (30
anos) R$ 1.748,60; professor com Especialização, em final de carreira (30
anos) R$ 1.821,46; professor com Mestrado, em final de carreira (30 anos)
R$ 1.894,32; e professor com Doutorado, em final de carreira (30 anos) R$
1.967,18.
Ascom
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