Entre 2021 e 2024, o Brasil formou cerca de 163,7 mestres e doutores por 100 mil habitantes. Mas essa média nacional esconde diferenças enormes entre as regiões. Ao analisar os números gerais trazidos recentemente pelo MCTI/GeoCapes, Tabelas 3.3.3 e 3.3.4; IBGE, estimativas populacionais de 2024, o estado da Paraíba se destacou sendo o 2º estado do Nordeste e o 6º do Pais que mais forma mestres e doutores.
De acordo com os dados, a Paraíba só ficou atrás do estado do RN no Nordeste e a frente de estados com maiores receitas a exemplo dos estados de Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo. O estado paraibano alcançou uma média de 203,6 superior a média brasileira que é de 163,7.
Veja detalhes:
Por Unidade da Federação, o maior destaque é o Distrito Federal, com 359,5 mestres e doutores por 100 mil habitantes. Esses dados mostram algo estrutural: a desigualdade na distribuição da infraestrutura científica, das bolsas, dos programas consolidados, das redes acadêmicas e das oportunidades de formação avançada.
Ainda segundo o estudo formar mestres e doutores não é apenas emitir diplomas.
- É distribuir capacidade analítica.
- É fortalecer instituições.
- É produzir evidências.
- É permitir que diferentes regiões do Brasil pensem seus próprios problemas e construam suas próprias soluções.
Redação