Categorias: Economia

Standard & Poor’s tira o grau de investimento da Petrobras

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 A Standard & Poor’s (S&P) tirou nesta quinta-feira (10) o grau de investimento da Petrobras. A nota da estatal foi rebaixada em dois níveis, de "BBB-" para "BB", com perspectiva negativa.

A ação de rating acontece um dia após o rebaixamento da nota de crédito soberano do Brasil, que perdeu o selo de bom pagador na classificação da S&P.
Além do rebaixamento da Petrobras para categoria especulativa, a agência anunciou nesta quinta o corte das notas de outras 30 empresas brasileiras como desdobramento direto da perda do grau de investimento do Brasil.

Os bancos brasileiros também tiveram seus ratings afetados após o corte da nota do Brasil: 13 instituições financeiras também foram rebaixadas nesta quinta-feira. Duas já não tinham grau de investimento; as demais o perderam. Entre os bancos que têm agora grau especulativo estão o Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, BNDES e Caixa Econômica Federal.

Dívida da Petrobras

Em comunicado, a S&P disse que a perspectiva negativa aplicada à dívida da Petrobras – que abre a possibilidade de outro rebaixamento no futuro – é um reflexo da situação política e econômica do país.

"Vamos continuar avaliando a qualidade de crédito das empresas em uma base contínua em vista da enfraquecida qualidade do crédito soberano e de perspectivas macroeconômicas mais fracas”, destacou a S&P.

Em teleconferência com jornalistas mais cedo, analistas da S&P já tinham sinalizado que a Petrobras corria o risco de perder o grau de investimento e ter a sua dívida rebaixada para a categoria especulativa.

Segundo a agência, o Brasil precisa mostrar sólido e consistente comprometimento para reverter a sua situação e voltar a ter grau de investimento.

Em comunicado, a Petrobras afirmou que a financiabilidade dos projetos da companhia, no médio prazo, foi alcançada por meio de financiamentos captados neste ano junto a instituições financeiras no Brasil e no exterior.

"A companhia esclarece, ainda, que seus financiamentos não possuem cláusulas atreladas ao rating das agências classificadoras de risco. Ou seja, a reclassificação não provocará alterações nos contratos vigentes", informou a estatal.

 

G1

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