Levantamento nacional com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta terça-feira (29), pelo Ministério do Trabalho e divulgados ontem (29), pelo jornal Folha de São Paulo, apontou que o estado da Paraíba foi o estado que mais gerou empregos no Brasil no mês de agosto, deste ano.
Segundo os dados, na Paraíba, houve aumento de 1,56% no saldo de empregos formais, seguida por Amapá (1,38%) e Rio Grande do Norte (0,92%). No Brasil foi gerado 165,8 mil postos de trabalho formais em agosto, um aumento de 7,2% em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta terça-feira (29) pelo Ministério do Trabalho.
Em agosto, o país teve 2,29 milhões de contratações e 2,12 milhões de demissões. Apesar do resultado positivo, o saldo acumulado de empregos formais deste ano é o pior resultado desde 2020. De janeiro a agosto de 2026, o país gerou 1,134 milhão de empregos formais, resultado que supera apenas o ano do início da pandemia de Covid-19 no Brasil, quando foi registrado saldo negativo de 1 milhão de empregos.
Ainda conforme os dados, em abril, maio, junho e julho, a economia brasileira registrou os piores resultados para cada mês desde 2020, em resultado que aponta para desaceleração do mercado de trabalho. Na reportagem aponta ainda que todos os cinco grandes agrupamentos econômicos registraram alta no número de empregos formais. O setor com maior número absoluto de novas vagas foi o de serviços, com mais 110 mil postos formais, seguido pelo setor de construção, com mais 20,8 mil.
Indústria e comércio tiveram saldo positivo de 16,6 mil e 16,5 mil, respectivamente. Já a agropecuária teve alta de cerca de 1.400, puxada pelo cultivo de cana-de-açúcar, laranja e melão.
Quatro unidades da federação registraram resultados negativos: Espírito Santo, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Rondônia. O pior resultado foi neste último, com uma variação negativa de 0,31%. Já as maiores altas foram na Paraíba, onde houve aumento de 1,56% no saldo de empregos formais, seguida por Amapá (1,38%) e Rio Grande do Norte (0,92%).
Redação
