O volume de movimentação financeira no São João da Paraíba deve superar a casa de R$ 1 bilhão. A projeção foi feita na noite dessa segunda-feira (22), pelo presidente da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Ferdinando Lucena, durante entrevista ao programa Hora H, da TV Norte Paraíba.

Somente em Camina Grande, a injeção econômica tende a bater R$ 800 milhões, o recorde do ano passado, além da movimentação financeira em cidades como João Pessoa, Bananeiras, Patos, Santa Luzia, Cuité, entre outros municípios com programação junina.
Perfil do turista
Durante o programa, Ferdinando ressaltou o São João como o grande cartão postal do turismo paraibano e apontou o perfil do turista visitante da Paraíba neste período. “O turista que vem em família. Ele tende a gastar mais”, traçou Lucena.
Para Ferdinando, a Paraíba vive um momento especial do turismo, com a estratégia que consolidou o mar e o sol, na Capital, e as festas e atrativos regionais, no Interior.
“Nenhum governo investiu tanto em turismo quanto este governo. Para se ter uma ideia, a PBTUR tinha um orçamento anual de R$ 1 milhão e agora estamos com orçamento de R$ 7 milhões por ano”, registrou.
Nova Cáncun
“João Pessoa será a nova Cáncun no Brasil”. É o que Ferdinando Lucena projeta quando o Polo Turístico do Cabo Branco estiver em total operação com todos os resorts e parques em funcionamento. Nesse momento, Tauá é o único em atuação e em agosto o Parque Acquaí entra em atividade.
Ferdinando tratou o Polo Turístico do Cabo Branco como uma revolução no turismo paraibano. A rede hoteleira vai dobrar de tamanho e sair de 14 mil para quase 30 mil leitos.
“É o maior complexo turístico em execução no Brasil. A partir de agora, a Paraíba entrou de forma qualificada no seu tão sonhado desenvolvimento turístico”, enalteceu.
Redação
