O ministro da Fazenda, Guido Mantega, ressaltou nesta segunda-feira que o Brasil foi um dos países que menos gastou para conter a crise. Segundo ele, os gastos somam cerca de 0,8% do PIB (Produto Interno Bruto).
A previsão do ministro é um pouco mais pessimista que os dados do FMI (Fundo Monetário Internacional), que mostram que os estímulos fiscais para minimizar os efeitos da turbulência econômica corresponderam a 0,2% do PIB do Brasil.
O mesmo levantamento tem a China na liderança, com 13% do PIB utilizados para frear a crise. Nos Estados Unidos, destacou o ministro, esses gastos corresponderam a 5% do PIB. Em discurso otimista sobre o futuro da economia brasileira, o ministro exaltou as ações do governo contra a crise.
"Há muito tempo o Brasil não conseguia fazer uma política anticíclica. Governos passados não tinham capacidade de aumentar investimento em gastos públicos. Desta vez, temos possibilidade de fazer uma política monetária contra a crise. Um dos fatores importantes são as reservas internacionais, que já chegaram a US$ 213 bilhões, o que reduz a vulnerabilidade do país", afirmou, ao participar de seminário promovido pelo jornal "O Globo".
Em resposta direta ao governador de Minas Gerais, Aécio Neves, Mantega disse que o governo Lula não representa continuidade do governo anterior de Fernando Henrique Cardoso, de 1995 a 2002. Pouco antes do ministro discursar, Aécio mencionara que o atual governo tinha mantido a política macroeconômica da gestão anterior.
"Cada governo tem a sua personalidade", observou, salientando que o governo Lula manteve a bandeira da responsabilidade fiscal.
Folha
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