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25º Salão de Artesanato finaliza com R$ 720 mil em vendas

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 O 25º Salão de Artesanato da Paraíba, realizado em João Pessoa de 18 a 29 de janeiro, teve cerca de 50 mil visitantes e angariou R$ 720.443,00 em vendagem para os artesãos paraibanos. A madeira foi a tipologia que liderou o ranking de comercialização de peças, mas o Salão ainda teve muita cultura, música, leitura, aprendizagem e diversão.

 

Nos 12 dias de evento, sediado na Fundação Espaço Cultural, foram comercializadas 23.416 peças no total. Com mais de R$ 700 mil em vendas, a média diária foi de R$ 60.036,92. A tipologia madeira vendeu 4.517 peças, totalizando R$ 105.845,00 em vendas e ficando em primeiro lugar. A comercialização foi seguida de habilidades manuais, com R$ 74.930,00 e 7.382 peças; depois couro, com R$ 57.544,00 em vendas e 1.965 peças comercializadas. Em quarto lugar veio a tipologia barro/cerâmica, com vendas de R$ 54.697,00 e 603 peças. Por fim, vem gastronomia, com a comercialização de R$ 47.758,00.

 

Os visitantes somaram 51.652 e a média diária foi de 4.304 pessoas por dia. O Programa de Artesanato da Paraíba (PAP), que gere os salões de artesanato no estado, relata que houve uma diminuição em vendas em relação ao último salão realizado na Capital, que, no entanto, foi mais longo. “Considerando o valor do ano passado, que em 17 dias vendeu R$ 1.333.000, as vendas do 25º Salão foram menores. Porém fazemos uma boa avaliação, tendo em vista a situação de crise econômica no Brasil”, afirmou Lu Maia, gestora do PAP.

 

Lu Maia fez uma avaliação positiva do 25º Salão. “Consideramos um resultado mais que positivo. Nossos artesãos voltaram para seus lares muito satisfeitos com a edição de mais um Salão, que conforme a maioria, considera primordial a realização dos Salões, pois são suas melhores vitrines”, frisou.

 

As estratégias deste ano também impulsionaram a visitação no Salão. As mídias sociais tiveram um papel fundamental e somente no Facebook houve mais de 50 mil visitas. As atrações culturais foram 100% paraibanas e valorizaram a cultura local e regional, com muito forró, xaxado, baião, danças e músicas folclóricas. Além disso, houve leilão de roupas em crochê, praça de alimentação com comidas típicas, ilha de descanso, espaço amplo, serviço de emergência (enfermagem, bombeiro civil) e outros tipos (ouvidoria, curadoria, cadastro).

 

Ações e aprendizado – O Salão de Artesanato da Paraíba sempre é muito mais que um evento de vendas, é um momento também de educação e oportunidade para o crescimento dos artesãos. Nesta edição, foram oferecidas capacitações e palestras, a exemplo de workshop de decoração, acessórios, gestão de qualidade e capacitação para os contemplados do Programa Empreender Paraíba.

 

Uma atração inédita e em parceria com o Salão e a Funesc foi a biblioteca volante do Sebo Cultural. A livraria volante – um caminhão cuja carroceria foi especialmente adaptada para comportar estantes – ficou estacionada próximo ao Salão diariamente. O a livraria continha obras de vários gêneros e o preço único e mais acessível, de R$ 5.

 

Evento consolidado – O Salão é uma realização do Governo do Estado, por meio do Programa de Artesanato da Paraíba (PAP), e conta com cerca de 400 artesãos, representando um total de mais de três mil profissionais envolvidos. São sempre apresentadas peças produzidas com materiais como algodão colorido, madeira, metal, osso, fios, pedras e produtos como cordel, xilogravura e comidas regionais.

 

“Raiz Cultural de um Povo” foi a temática da 25ª edição do Salão de Artesanato da Paraíba, oferecendo a seus visitantes a possibilidade de penetrar no universo de saberes tradicionais, nas tramas históricas da oralidade, de se alimentar de um convívio servido de geração a geração. Os trabalhos expostos dispunham múltiplos sentidos: imagéticas populares, memórias profundas, signos locais e universais.

 

O Governo do Estado assumiu o importante papel de indutor do desenvolvimento do artesanato paraibano com a criação de novas fontes de renda e a valorização de identidades locais. Além de incentivar a preservação e a retransmissão de parte do patrimônio cultural da Paraíba para o mundo.

 

O mais novo lema do Programa é “o PAP não para”, que no atual contexto paraibano e brasileiro, seguiu com suas atividades e manteve a qualidade. Para a coordenação, o artesanato é uma das maiores expressões da cultura paraibana. Através de um simples objeto, se manifesta o modo de vida de um povo, trazendo crenças, costumes, tradições e histórias.

 

Secom-PB

 

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