O governo iraniano negou oficialmente na manhã desta quinta-feira ter proibido a venda de livros do escritor brasileiro Paulo Coelho no Irã.
A notícia foi transmitida à Folha pela Embaixada do Irã em Brasília, que estava sendo pressionada pelo governo brasileiro a se explicar sobre a acusação feita por Coelho em seu blog na segunda-feira.
A embaixada está avaliando a possibilidade de emitir um comunicado sobre o caso.
Um diplomata iraniano afirmou que o relato do suposto veto causou surpresa nas autoridades de Teerã.
Segundo o funcionário, qualquer tentativa de banir a obra de Coelho seria inócua, já que milhões de livros do autor são vendidos há anos no país.
Coelho disse ter recebido a notícia da suposta proibição de seu livro por meio de seu amigo e editor em língua persa, o oposicionista Arash Hejazi.
Hejazi vive na Europa desde 2009, quando fugiu do Irã após participar do socorro à jovem Neda Agha-Soltan, morta durante os protestos ocorridos após a controversa reeleição do presidente conservador Mahmoud Ahmadinejad.
A editora de Hejazi (Caravan, com sede em Teerã) continuou funcionando.
Folha
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